26/03/2013

Não quero ter o mesmo fim dos românticos que me precederam. Que ao contrário do que contam, não foi de tuberculose que morreram. E sim de desespero. Conto as crises de loucura que me assolam. E a cada número morro um pouco. Sou posto em choro ainda que rouco. Não sou um poeta do meu tempo. Meus medos não são meus contemporâneos. Anseio pelo futuro mas não me esqueço dos alicerces, muitas vezes vermelhos dessa nação que diz caminhar pra frente.

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