...eu sou aquele que a voz você não quer ouvir.
Eu grito enquanto você me mata.
Você busca a própria extinção através da minha morte.
A sua mente o cega e você pensa estar confortável enquanto isso o corrói.
Pensa estar seguro do que há la fora, quando o predador é você.
Maldito ócio, em sua redoma de vidro está, vivendo às pressas, onde tempo é dinheiro e sua redoma é frágil...medo do homem, sim, deve ter e do que ele faz...
Certa, eu sei, o conforto é sedutor, devia ver onde eu estava, em perfeita harmonia, com você, mas, você não estava satisfeito e queria mais... de mim... e usou toda a sua força e inteligencia para me usar, você achava que podia criar mais de mim, para o seu prazer e sobrevivência, você precisou me modificar para me encaixar às suas "nescessidades", e sim, isso tornou-se nescessidade, e você ficou dependende de mim. Eu me tornei sua vida, tudo que você precisava, mas você esqueceu de que eu também acabo, eu morro. Me mataste aos poucos, eu sou forte, ainda sim resisto, mas estou morrendo. Eu era a sua vida...e você se matou!
Não é um texto apelativo contra o uso da natureza...afinal, sei que precisamos dela, na verdade, nem sei o que é esse texto...
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